Corpo quente, pesado,
adormecido sob os lençóis.
Silhueta de fada,
Alma sem limite.
Os cabelos ondulam,
por entre o vento.
Enfrentando-o,
uma lágrima nasce nos seus olhos,
percorrendo o rosto,
lentamente.
Tatuado no corpo,
estão cada memória,
cada sentido do seu ser.
Alma curiosa,
Mente disperta.
Olhando para trás,
vê reflexos da sua vida,
esvoançando.
Céptica,
assustada.
Corre. Foge.
Do seu passado?
Do desconhecido?
Ou do futuro sempre incerto?
Esconde-se.
Numa pequena toca,
de um animal selvagem.
Fechou os olhos.
Desejou pensando consigo mesma,
que teria de ter forças para avançar.
No desconhecido.
Abrindo os olhos,
é surprendida por uma leve luz que a rodeia,
que a segue,
de um tom violeta, belo.
As suas asas,
levaram-na,
a tocar o Céu,
como sempre sonhou,
no seu pequeno mundo.
2 comentários:
Conheço este título de qualquer lado... Rui
Eu sei que sim e era meesmo para conhecer :)
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