Lado lunar, onde estão escondidos os meus segredos,
os piores lugares deste pântano que sou.
O lado escorregadio, sujo,
onde a banalidade da vida passa ao lado.
Então rapaz, para quê essa raiva?
Agarra-te à corda,
sustenta no ar,
deixa-te voar, até à mais alta nuvem,
Tenho pensando em nós,
já que os teus pés pouco caminham na minha direcção,
o travo amargo da tristeza,
um dia vai infectar o teu coração,
como vírus fatal que matará,
todo o possivel broto em flor,
do amor que um dia sentiste,
pelo amor de que tanto fugiste.
Para ir,
para ouvir,
para sorrir e entrar,
Vou voltar, para mim,
A cair, para me levantar e nunca mais ver o castelo de areia,
que construo,
no seu fim.
Viver para gostar, Gostar de viver.
Quero fingir, quero nunca mais ter de tapar o meu rosto,
para que não vejas as lágrimas que nele correm,
Irei fingir, irei fazer o preciso e impossivel,
para que, daqui, não destruas nem mais uma parede,
o amor impossível,
tornou-se agora na dura realidade passível à dor, à solidão.
Deixa-me ser alguém,
Tão cedo não irás ver ninguém,
Irás sufocar na terra de além,
Sedento de tudo aquilo que desprezaste,
desvalorizaste.
Aí serás enfrentado,
pelo teu passado,
aquele que ficou ferido,
que tanto te foi querido, até ao fim.
os piores lugares deste pântano que sou.
O lado escorregadio, sujo,
onde a banalidade da vida passa ao lado.
Então rapaz, para quê essa raiva?
Agarra-te à corda,
sustenta no ar,
deixa-te voar, até à mais alta nuvem,
Tenho pensando em nós,
já que os teus pés pouco caminham na minha direcção,
o travo amargo da tristeza,
um dia vai infectar o teu coração,
como vírus fatal que matará,
todo o possivel broto em flor,
do amor que um dia sentiste,
pelo amor de que tanto fugiste.
Para ir,
para ouvir,
para sorrir e entrar,
Vou voltar, para mim,
A cair, para me levantar e nunca mais ver o castelo de areia,
que construo,
no seu fim.
Viver para gostar, Gostar de viver.
Quero fingir, quero nunca mais ter de tapar o meu rosto,
para que não vejas as lágrimas que nele correm,
Irei fingir, irei fazer o preciso e impossivel,
para que, daqui, não destruas nem mais uma parede,
o amor impossível,
tornou-se agora na dura realidade passível à dor, à solidão.
Deixa-me ser alguém,
Tão cedo não irás ver ninguém,
Irás sufocar na terra de além,
Sedento de tudo aquilo que desprezaste,
desvalorizaste.
Aí serás enfrentado,
pelo teu passado,
aquele que ficou ferido,
que tanto te foi querido, até ao fim.
Sem comentários:
Enviar um comentário