O amor de facto, é uma coisa engraçada.
Faz-nos felizes, faz-nos sofrer,
faz-nos dizer e fazer coisas que nunca sonhamos algum dia fazer.
Partilhamos, numa entrega total, tudo,
quem somos, o que temos,
o que sonhamos ou o que tememos.
Esquecemo-nos do eu,
sendo o nós, sendo o tu.
Amamos,
damos, recebemos.
Quando tudo é primoroso e brutal,
o nosso coração bate veloz,
deixando-nos cegos, alienados pela felicidade triunfal.
Depois, como os anos velhos sempre disseram,
tudo o que é bom, não dura para sempre.
Aí, a dor nefasta,
absorve-nos de uma forma atroz;
a saudade,
essa, desfaz-nos,
deixa-nos vazios, ocos.
seres andantes,
sem vida, sem brilho.
desfaz-nos com recordações,
dos perfeitos momentos de perfeições,
imperfeitas ao olhar, talvez,
Perfeitas ao sentir,
Assim o fez,
Sem saber que lutar por amor,
abre a ferida do passado,
massacra-a,
por vezes é preciso tempo.
Faz-nos felizes, faz-nos sofrer,
faz-nos dizer e fazer coisas que nunca sonhamos algum dia fazer.
Partilhamos, numa entrega total, tudo,
quem somos, o que temos,
o que sonhamos ou o que tememos.
Esquecemo-nos do eu,
sendo o nós, sendo o tu.
Amamos,
damos, recebemos.
Quando tudo é primoroso e brutal,
o nosso coração bate veloz,
deixando-nos cegos, alienados pela felicidade triunfal.
Depois, como os anos velhos sempre disseram,
tudo o que é bom, não dura para sempre.
Aí, a dor nefasta,
absorve-nos de uma forma atroz;
a saudade,
essa, desfaz-nos,
deixa-nos vazios, ocos.
seres andantes,
sem vida, sem brilho.
desfaz-nos com recordações,
dos perfeitos momentos de perfeições,
imperfeitas ao olhar, talvez,
Perfeitas ao sentir,
Assim o fez,
Sem saber que lutar por amor,
abre a ferida do passado,
massacra-a,
por vezes é preciso tempo.
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