Escuro, repelente, este ambiente;
Solidão, aqui, tal como um inútil transeunte,
numa imensa metrópole.
Quero voltar onde vivi;
Quero voltar com quem sorri;
Quero libertar do meu corpo,
este Diabo que me corrói a alma,
não sei, não entendo.
Apenas desejo uma maré calma,
límpida.
Alguém me salve e me leve consigo;
numa rede de pescador, suave e velha.
Para uma praia de Luz, de abrigo.
Para uma praia, deixando-me lá;
com quem me salvou.
Não existe, não sei como alcançar;
nesta maré que se vê balançar.
Alguém me salve. Eu mesma.
Alguém oiça, o meu pedido de salvamento.
por: sara
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