O tempo corre, e a inspiração condena as minhas palavras,
mudas,
gritos esgotantes, transformados em silêncios transtornantes,
que ninguém ouve.
Moi, e doi,
e quanto mais desejo e tento acreditar que tudo correrá melhor,
naufrago no mais violento mar de pessimismo,
ficando eu, sozinha, num escuro abismo.
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