sábado, 28 de agosto de 2010













So many questions, and just a few insignificant answers.

that's all

Desejo e revejo em cada sonho meu, 
A liberdade que tanto gostaria de alcançar. 
Mera utopia, com total consciência da sua existência.
Quero ser livre, de ser como sou. De não olharem de lado porque aquele é preto, aquele árabe ou aquele é um janado. Onde estão os belos princípios e valores, comuns do bom senso?
Morreram?
Cada vez mais os factos mostram que sim. Perdeu-se o amor pelo próximo, o sentimento de ajuda.
Não dar apenas um euro para que se cale, e murmurar "vai la beber um tintinho" ou "mais uns trocos prá droga".
Talvez seja das poucas coisas que me faz sentir algo, cá dentro, com que mais nada se compara.
As histórias, a voz, de toda essa gente, esses Homens, que lutam todos os dias, não para viver, mas para sobreviver. Deitamos fora oportunidades, magoamos os que amamos, dizemos coisas que não queríamos dizer e coisas que não queríamos fazer. No final, o arrependimento apenas nos deixa dizer "Desculpa."
Não chega. Não chega magoar, iludir, destroçar, e no final dizer desculpa.
Não adianta, sequer.
Em ambas as margens já passei. No que magoou, e no que foi magoado.
Chega de ser tão cruel para com algo que apenas temos uma vez. A vida.
Que tal, em vez da cusquice entre vizinhos, sobre o carro novo do 'x' ou a mulher que saiu da casa do 'y', fosse mais além? 
Além para ver um artista de rua e não dizer "coitadinho". Além, além de todas as barreiras que possam existir entre ser e quem somos, há algo que existe dentro de mim. Admiração. Respeito. 
Coitadinhos são aqueles que têm tudo, que têm quem lhes limpe toda a trampa que fazem, quem se preocupe por eles, quem lute por eles, e que fazem eles? Nada. Não amam, não dão, não sentem.
Pelo menos,
poderão ter cometido grandes erros nas suas vidas, ou não. Poderão ter apenas o SEU estilo de vida, que para eles faz todo o SENTIDO, talvez a essência das suas vidas. Admiro-os por enfrentarem a sociedade, como são. Sem deixarem de ser quem são, de fazer o que realmente gostam e o que realmente os realiza, só para receber um bom ordenado, ter um bom carro e deliciar-se com refeições em restaurantes de luxo. Talvez não lhes faça sentido esse comodismo, essa superficialidade, essa falta de amor pelo que realmente é importante.
Uma vez perdida toda esta essência genuína,
a pouco e pouco, vai-se perdendo o pouco que de bom se terá na vida.
Há que aproveitar cada momento com quem amamos, com quem nos faz feliz. Sermos nós próprios, respeitarmo-nos, admirarmo-nos, lutarmos pelos nossos objectivos.
Talvez seja a minha queda para a ilusão e utopia a falarem, que seja. Assim mesmo, é isto que faz sentido para mim, Viver. Não existir, nem sobreviver.
Se não sei o que vem amanhã, o que poderá acontecer depois, ou agora, porquê deixar voar os pássaros mais belos da nossa vida? 
A capacidade do ser além de um cidadão, pessoa banal, com quotidiano fatal.
Ser pessoa, ser individuo, ser único, no meio de todas as pessoas.
Esta é a parte do meu mundo, que eu não quero, realmente, perder nunca.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Obsessões, criações da nossa mente,
tenra carne que se mói facilmente.
Tentamos ter controlo da vida,
tal como o poder que nos foi dado,
de controlar o que pelo homem foi criado.
Quando, a única certeza imutável,
se espelha, se reflecte.

                        Na moral da história, o homem é apenas uma marionet'.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

I need some place simple where I could live
And something only I can give
And that’s faith and trust and peace while I’m alive

And the one poor child who saved this world
And there’s ten million more who probably could
If we all just stopped and said a prayer for them.



Irei seguir em frente, com força, mesmo não sabendo onde as ir buscar.

Apenas posso, podemos aceitar. Mas não se aceita algo assim.

Não se aceita que alguém como Tu nos deixe, desta forma.

Não se aceita perder-Te,

Quando tudo fizeste para nos ajudar, quando deste o teu melhor conosco.

Apenas desejava puder ter mais uma conversa contigo.

As tuas palavras, vão ser agora o tapete vermelho que vou percorrer,

seguindo cada conselho Teu e pensando, que estejas onde estiveres,

Irás reconhecer que o que farei, foi o que Tu me fizeste ver, aprender, reflectir e perceber.

Nunca, mas nunca, te esqueceremos. E serás sempre sempre, Tu.

Com lagrimas e muita mágoa, espero que saibas que te Adoramos, incondicionalmente, e que foste para nós um Exemplo, de mulher, de pessoa.

Obrigada, Tia Paula. OBRIGADA por teres feito a diferença.
Onde quer que vás, ou estejas, olha por nós, não te esqueças do quanto te queriamos aqui, junto a nós. ♥

terça-feira, 17 de agosto de 2010

A tudo o quanto espero, o quanto temo,
não poderei salvar-te se não quiseres.
Não poderei fazer-nos eternos, se não quiseres.
Morrerei, deixando-te a entrega incondicional de um amor,
que sempre desejei.
A ti te deixo, o total conhecimento de quem sou, de quem fui.
Um entendimento profundo que mais ninguém descobriu.
A ti te deixo o meu coração.
A ti te deixo as minhas memórias mais felizes.
Até ao meu fim,
Jura de amor, vida de dor.

Inspirado no autor Jorge de Sena.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

what make you think that I can, always, accept everything? face everything with a smile?
i'm human. i've heart, i've soul.
I cry when it seems all a snowball, always rolling.
I just want be quiet. Quiet,
leave me alone, if you really can't understand me.