quinta-feira, 6 de maio de 2010

A única coisa que é real.
Que nada nem ninguém conseguirá algum dia impedir.
Dos velhos vividos, ouvimos que é a unica coisa que podemos tomar como certa, a morte.
Um dia, será.
Há quem a tema, quem a deseje,
quem seja morto, ou quem mate,
mas a perda de alguém, é algo que todos nós, algum dia, sofremos na vida.
Porquê ver algo assim de forma tão negra?
Talvez seja uma libertação deste mundo comodista, conformista e consumista.
Talvez seja um paraíso, talvez simplesmente não o seja, não seja nada a não ser a morte.
Magoa. Mói. E deixa-nos vazios,
reflicto então,
cada dia, é um novo dia,
e devemos enfrentá-lo como tal, e aproveitar o mais pequeno prazer,
nem que seja, olhar as estrelas quando mais ninguém está do nosso lado.
Quando o nosso dia chegar, pelo menos podemos estar de consciência tranquila de que vivemos ao máximo,
sofremos mas também fomos premiados por muitas alegrias,
sobretudo, demos valor ao que nos foi oferecido,
e que tão pouca gente ainda aproveita realmente. A Vida.

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