o meu corpo descai,
sinto-me só. invisivel no mundo.
tudo mudou.
e torno-me impotente perante algo
que nem eu percebo.
como sinto saudades do gáudio de tempos passados.
tudo vai.
tudo vem.
as vezes volta, outras vezes, desaparece, para sempre.
é isto a que se chama, cair no poço?
valerá então a pena, ser como o comum,
que simplesmente existe;
feliz com o seu ignóbil quotidiano.
por mim, fugia. de mochila às costas partiria, vivendo em todo o sitio,
percorrendo o mundo;
vivendo,
venturosamente ou casualmente,
isso, faria-me feliz.
por agora, rebaixo-me a vida oportuna do homem,
a evoluir para o cúmulo do errante.
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